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Estimativas
sobre os números de moçambicanos que precisam o
TARV,
segundo ONUSIDA
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2004
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2005
|
2006
|
2007
|
2008
|
2009
|
2010
|
| Ambos sexos |
270.000
|
300.000
|
330.000
|
370.000
|
???
|
???
|
???
|
|
baixa estimativa
|
200.000
|
230.000
|
260.000
|
290.000
|
???
|
???
|
???
|
|
alta estimativa
|
340.000
|
370.000
|
420.000
|
460.000
|
???
|
???
|
???
|
| Fonte:
UNAIDS. (2008). "Epidemiological Fact Sheet on HIV and AIDS. Core data
on epidemiology and response. Mozambique 2008 Update." Retrieved 30
January, 2010, from: unaids.org |
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Prevaléncia
de HIV, 2007
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ao nível nacional
• segundo MISAU: 16%
• segundo ONUSIDA: 12,5%
- leia abaixo
sobrfile:///C:/Documents%20and%20Settings/Administrator/Desktop/Microsoft%20Office/e a revisão das estimativas segundo ONUSIDA
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| Província |
Taxa de Prevaléncia |
Limites de plausibilidade |
Região
|
Taxa de
Prevaléncia
|
Limites de
plausibilidade
|
| Maputo
Cidade |
23%
|
18%-29%
|
Sul |
21% |
(16%-23%) |
| Maputo
Província |
26%
|
18%-34%
|
| Gaza |
27%
|
18%-35%
|
| Inhambane |
12%
|
7%-16%
|
| Zambézia |
19%
|
12%-29%
|
Centro |
18% |
(17%-21%) |
| Sofala |
23%
|
17%-33%
|
| Manica |
16%
|
10%-23%
|
| Tete |
13%
|
11%-21%
|
| Niassa |
8%
|
4%-14%
|
Norte |
9% |
(7%-10%) |
| Nampula |
8%
|
6%-12%
|
| Cabo
Delgado |
10%
|
6%-14%
|
| NACIONAL |
|
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|
16% |
14%-17% |
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| Fonte:
Ministério da Saúde (2008). Relatório
sobre a Revisão dos Dados de Vigilância
Epidemiológica do HIV - Ronda 2007. Maputo,
Ministério da Saúde, Programa Nacional de
Controle das ITS/HIV/SIDA, Direcção Nacional de
Saúde: 53. Esta revisão está
disponível aqui: Impacto 2007 |
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Epidemiological
Fact Sheet, Moçambique, ONUSIDA, 2008
|
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2001
|
2007
|
| Adultos (15+) e
crianças |
1.000.000
|
1.500.000
|
|
baixa estimativa
|
880.000
|
1.300.000
|
|
alta estimativa
|
1.200.000
|
1.700.000
|
| Adultos (15+) |
960.000
|
1.400.000
|
|
baixa estimativa
|
840.000
|
1.200.000
|
|
alta estimativa
|
1.100.000
|
1.600.000
|
| Crianças (0-14) |
53.000
|
100.000
|
|
baixa estimativa
|
41.000
|
87.000
|
|
alta estimativa
|
81.000
|
120.000
|
| Taxa em adultos
(15-49) |
10,3%
|
12,5%
|
|
baixa estimativa
|
8,8%
|
10,9%
|
|
alta estimativa
|
11,9%
|
14,7%
|
| Mulheres |
570.000
|
810.000
|
|
baixa estimativa
|
500.000
|
690.000
|
|
alta estimativa
|
660.000
|
960.000
|
| Fonte:
UNAIDS. (2008). "Epidemiological Fact Sheet on
HIV and AIDS. Core data on epidemiology and response. Mozambique 2008
Update." Retrieved 30 January, 2010, from: unaids.org epi factsheets. |
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Sobre
a revisão das estimativas segundo ONUSIDA
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Aproveitando
as estimativas de HIV
A vigilância de HIV em sítios
designados ('vigilância sentinela') tem expandida e
aproveitada consideravelmente (em particular em África
Subsaariana e Ásia), conduzindo a estimativas mais de
confiança da epidemia de HIV e o seu impacto.
Além disso, um crescente número de
países têm conduzido vigilância ao
nível do país baseada de
população que inclui a testagem de HIV. Juntos,
estas fontes de dados fornecem informação
complementaria, igualmente a prevaléncia em adultos e as
tendências temporais.
A ONUSIDA e OMS primeiramente utilizam
três ferramentas para produzir as estimativas de HIV os
países e regiões: o Pacote de
Estimação e Projecção
(EPP), WORKBOOK, e Spectrum. Estes modelos produzem estimativas das
prevalências de HIV ao longo do tempo, o número de
pessoas vivendo com HIV, novas infecções,
óbitos devido à SIDA, crianças
órfãs devido à SIDA, e as necessidades
de tratamento. Estas estimativas são baseadas dos dados da
vigilância sentinela, avaliações, e
estudos especiais; os modelos e suposições
utilizados nestas ferramentas estão regularmente
actualizados com base nas pesquisas mais recentes
disponíveis.
Os dados de prevalência de HIV
colectados nas avaliações nacionais baseadas de
população, em particular em países com
epidemias generalizadas, têm aproveitado a
confiança das estimativas nacionais de HIV. Estas
avaliações são geograficamente mais
representativas de que a vigilância sentinela, e inclui ambos
os homens e as mulheres. Desde 2001, 30 países no Caribe,
África Subsaariana e Ásia, têm
conduzido avaliações baseadas de
população nacional com medidas da
prevalência de HIV. Em quase todas essas pesquisas, as novas
estimativas da prevalência de HIV eram inferiores as
estimativas de prevalência publicadas antes os novos dados se
tornaram disponíveis.
Tais pesquisas também têm
feito o possível para actualizar e rever os pressupostos do
PPE e ferramentas de software Spectrum.
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Por exemplo,
as avaliações de HIV baseadas de
população nacional têm encontrado a
prevalência de HIV ser aproximadamente 20% menor que a
prevalência entre os participantes nas clínicas
pré-natais – as mulheres grávidas
– ambos nas zonas urbanas e rurais (Gouws et al., in press).
Alguns
países em África Subsaariana não
têm conduzido este tipo de avaliação
– notavelmente Angola, Eritreia, Gâmbia, Guine
Bissau, Moçambique, Namíbia, Nigéria,
Somália, e Sudão.
Para
desenvolver as estimativas incluídas neste
relatório, os dados da prevalência de HIV dos
participantes nas clínicas pré-natais nestes
países têm sido ajustados abaixo até um
nível aproximadamente 0.8 vezes a prevalência
encontrada na vigilância nas clínicas
pré-natais. O nível de ajustamento varia, baseado
na proporção das populações
urbanas e rurais dentro o país.
Nova pesquisa também levou a
importantes revisões nos pressupostos utilizados nos modelos
desenvolvidos pela ONUSIDA e da OMS. Uma tal revisão se
relaciona com as estimativas de incidência do HIV e de
mortalidade por SIDA. No centro destas é uma
suposição sobre o tempo médio de
pessoas sobrevivem da infecção pelo HIV
até a morte, na ausência de tratamento
antiretroviral (Stover et al. in press). Estudos longitudinais (Marston
et al., 2007; Todd et al., 2007) indicam que, na ausência de
tal tratamento, o tempo de sobrevivência mediana estimada
após a infecção pelo HIV é
11 anos (UNAIDS Reference Group on Estimates, Modelling and
Projections, 2006), em vez de o estimado anteriormente 9 anos (UNAIDS
Reference Group on Estimates, Modelling and Projections, 2002).
|
Melhoria dos sistemas de vigilância e
fontes de dados, juntamente com as alterações nos
pressupostos, permitiram mais confiáveis estimativas
epidemiológicas. Uma vez que as revisões
também afectam as tendências
históricas, as últimas estimativas não
devem ser comparadas com as estimativas publicadas em
relatórios anteriores. Quando este relatório cita
as tendências epidemiológicas, as
revisões das estimativas históricas
são dadas.
O Secretariado da ONUSIDA e OMS continuaram a
actualizar os métodos de estimativa do HIV e SIDA como novos
dados científicos e investigação
tornam-se disponíveis.
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Versão original em
Inglês:
Improving HIV estimates
HIV surveillance in designated sites ('sentinel
surveillance'�) has expanded and improved considerably (especially in
sub-Saharan Africa and Asia), leading to more reliable estimates of the
HIV epidemic and its impact. In addition, a growing number of countries
have conducted national population-based surveys that include HIV
testing. Together, these data sources provide complementary information
on both adult HIV prevalence and on epidemiological trends over time.
UNAIDS and WHO primarily use three tools to
generate HIV estimates for countries and regions: the Estimation and
Projection Package (EPP), WORKBOOK, and Spectrum. These models generate
estimates of HIV prevalence over time, the number of people living with
HIV, new infections, deaths due to AIDS, children orphaned by AIDS, and
treatment needs. The estimates are based on data from sentinel
surveillance, surveys, and special studies; the models and assumptions
used in these tools are regularly updated on the basis of the latest
available research.
HIV prevalence data collected in national
population-based surveys, in particular in countries with generalized
epidemics, have improved the reliability of national HIV estimates.
These surveys are geographically more representative than sentinel
surveillance, and include both men and women. Since 2001, 30 countries
in the Caribbean, sub-Saharan Africa, and Asia have conducted national
population-based surveys with HIV prevalence measures. In almost all of
those surveys, new estimates of HIV prevalence were lower than
estimates of prevalence published before the new survey data became
available.
|
Such surveys have also made
it possible to update and revise assumptions in the EPP and Spectrum
software tools. For example, national population-based HIV surveys have
found HIV prevalence to be approximately 20% lower than the prevalence
among antenatal clinic attendees, in both rural and urban areas (Gouws
et al., in press).
Some countries in
sub-Saharan Africa have not conducted such surveys - notably Angola,
Eritrea, Gambia, Guinea-Bissau, Mozambique, Namibia, Nigeria, Somalia,
and Sudan.
To develop the estimates
included in this report, HIV prevalence data from antenatal clinic
attendees in these countries have been adjusted downward to a level of
approximately 0.8 times the prevalence found in antenatal clinic
surveillance. The level of adjustment varies, based on the proportion
of urban to rural populations within a country.
|
New research has also led to important revisions
in the assumptions used in the models developed by UNAIDS and WHO. One
such revision relates to estimates of HIV incidence and AIDS mortality.
Central to these is an assumption about the average time people survive
from HIV infection to death in the absence of antiretroviral treatment
(Stover et al. in press). Longitudinal studies (Marston et al., 2007;
Todd et al., 2007) indicate that, in the absence of such treatment, the
estimated net median survival time after infection with HIV is 11 years
(UNAIDS Reference Group on Estimates, Modelling and Projections, 2006),
instead of the previously estimated 9 years (UNAIDS Reference Group on
Estimates, Modelling and Projections, 2002).
Improved surveillance systems and data sources,
together with the changes in assumptions, have enabled more reliable
epidemiological estimates. Since revisions also affect historical
trends, latest estimates should not be compared directly with estimates
published in previous reports. Where this report cites epidemiological
trends, revisions to historical estimates are given.
The UNAIDS Secretariat and WHO will continue to
update the HIV and AIDS estimation methods as new scientific data and
research become available.
Fonte: UNAIDS. (2008: 31-32).
"Report on the Global AIDS Epidemic 2008." Retrieved 13 February, 2010,
from http://unaids.org.
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Mapa
dos Sítios TARV
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Moçambique tem 222 sítios
onde oferece o tratamento antiretroviral, em todas partes do
país, incluindo as 11 províncias e os 128
distritos.
Ver
esta mapa em janela separada
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