Dados de HIV e SIDA
dados1
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Dados Nacionais TARV, 2009
Província
Pessoas em TARV
31/12/2009
Crianças em TARV
<15 anos
12/2009
% feminina
em TARV
Niassa
3.879
302
59%
Cabo Delgado
8.005
406
59%
Nampula
8.886
894
56%
Zambézia
16.260
1.141
61%
Tete
10.820
805
59%
Manica
12.508
768
63%
Sofala
17.601
1.532
64%
Inhambane
7.471
501
70%
Gaza
21.942
1.559
70%
Maputo Província
22.458
1.557
63%
Maputo Cidade
40.173
4.040
61%
TOTAL
170.003
13.505
63%
Fonte: Ministério da Saúde, 2010. Os dados TARV nacionais estão disponíveis aqui no website do Ministério da Saúde, em documentos Excel: Dados TARV

 

Estimativas sobre os números de moçambicanos que precisam o TARV,
segundo ONUSIDA
 
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
Ambos sexos
270.000
300.000
330.000
370.000
???
???
???
baixa estimativa
200.000
230.000
260.000
290.000
???
???
???
alta estimativa
340.000
370.000
420.000
460.000
???
???
???
Fonte: UNAIDS. (2008). "Epidemiological Fact Sheet on HIV and AIDS. Core data on epidemiology and response. Mozambique 2008 Update." Retrieved 30 January, 2010, from: unaids.org

 

Prevaléncia de HIV, 2007

ao nível nacional

• segundo MISAU: 16%
• segundo ONUSIDA: 12,5%

- leia abaixo sobrfile:///C:/Documents%20and%20Settings/Administrator/Desktop/Microsoft%20Office/e a revisão das estimativas segundo ONUSIDA

Província Taxa de Prevaléncia Limites de plausibilidade
Região
Taxa de Prevaléncia
Limites de plausibilidade
Maputo Cidade
23%
18%-29%
Sul 21% (16%-23%)
Maputo Província
26%
18%-34%
Gaza
27%
18%-35%
Inhambane
12%
7%-16%
Zambézia
19%
12%-29%
Centro 18% (17%-21%)
Sofala
23%
17%-33%
Manica
16%
10%-23%
Tete
13%
11%-21%
Niassa
8%
4%-14%
Norte 9% (7%-10%)
Nampula
8%
6%-12%
Cabo Delgado
10%
6%-14%
NACIONAL       16% 14%-17%
Ronda 2007
Fonte: Ministério da Saúde (2008). Relatório sobre a Revisão dos Dados de Vigilância Epidemiológica do HIV - Ronda 2007. Maputo, Ministério da Saúde, Programa Nacional de Controle das ITS/HIV/SIDA, Direcção Nacional de Saúde: 53. Esta revisão está disponível aqui: Impacto 2007

 

Epidemiological Fact Sheet, Moçambique, ONUSIDA, 2008
 
2001
2007
Adultos (15+) e crianças
1.000.000
1.500.000
baixa estimativa
880.000
1.300.000
alta estimativa
1.200.000
1.700.000
Adultos (15+)
960.000
1.400.000
baixa estimativa
840.000
1.200.000
alta estimativa
1.100.000
1.600.000
Crianças (0-14)
53.000
100.000
baixa estimativa
41.000
87.000
alta estimativa
81.000
120.000
Taxa em adultos (15-49)
10,3%
12,5%
baixa estimativa
8,8%
10,9%
alta estimativa
11,9%
14,7%
Mulheres
570.000
810.000
baixa estimativa
500.000
690.000
alta estimativa
660.000
960.000
Fonte: UNAIDS. (2008). "Epidemiological Fact Sheet on HIV and AIDS. Core data on epidemiology and response. Mozambique 2008 Update." Retrieved 30 January, 2010, from: unaids.org epi factsheets.

 

Sobre a revisão das estimativas segundo ONUSIDA
Aproveitando as estimativas de HIV

A vigilância de HIV em sítios designados ('vigilância sentinela') tem expandida e aproveitada consideravelmente (em particular em África Subsaariana e Ásia), conduzindo a estimativas mais de confiança da epidemia de HIV e o seu impacto. Além disso, um crescente número de países têm conduzido vigilância ao nível do país baseada de população que inclui a testagem de HIV. Juntos, estas fontes de dados fornecem informação complementaria, igualmente a prevaléncia em adultos e as tendências temporais.

A ONUSIDA e OMS primeiramente utilizam três ferramentas para produzir as estimativas de HIV os países e regiões: o Pacote de Estimação e Projecção (EPP), WORKBOOK, e Spectrum. Estes modelos produzem estimativas das prevalências de HIV ao longo do tempo, o número de pessoas vivendo com HIV, novas infecções, óbitos devido à SIDA, crianças órfãs devido à SIDA, e as necessidades de tratamento. Estas estimativas são baseadas dos dados da vigilância sentinela, avaliações, e estudos especiais; os modelos e suposições utilizados nestas ferramentas estão regularmente actualizados com base nas pesquisas mais recentes disponíveis.

Os dados de prevalência de HIV colectados nas avaliações nacionais baseadas de população, em particular em países com epidemias generalizadas, têm aproveitado a confiança das estimativas nacionais de HIV. Estas avaliações são geograficamente mais representativas de que a vigilância sentinela, e inclui ambos os homens e as mulheres. Desde 2001, 30 países no Caribe, África Subsaariana e Ásia, têm conduzido avaliações baseadas de população nacional com medidas da prevalência de HIV. Em quase todas essas pesquisas, as novas estimativas da prevalência de HIV eram inferiores as estimativas de prevalência publicadas antes os novos dados se tornaram disponíveis.

Tais pesquisas também têm feito o possível para actualizar e rever os pressupostos do PPE e ferramentas de software Spectrum.

Por exemplo, as avaliações de HIV baseadas de população nacional têm encontrado a prevalência de HIV ser aproximadamente 20% menor que a prevalência entre os participantes nas clínicas pré-natais – as mulheres grávidas – ambos nas zonas urbanas e rurais (Gouws et al., in press).

Alguns países em África Subsaariana não têm conduzido este tipo de avaliação – notavelmente Angola, Eritreia, Gâmbia, Guine Bissau, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Somália, e Sudão.

Para desenvolver as estimativas incluídas neste relatório, os dados da prevalência de HIV dos participantes nas clínicas pré-natais nestes países têm sido ajustados abaixo até um nível aproximadamente 0.8 vezes a prevalência encontrada na vigilância nas clínicas pré-natais. O nível de ajustamento varia, baseado na proporção das populações urbanas e rurais dentro o país.

Nova pesquisa também levou a importantes revisões nos pressupostos utilizados nos modelos desenvolvidos pela ONUSIDA e da OMS. Uma tal revisão se relaciona com as estimativas de incidência do HIV e de mortalidade por SIDA. No centro destas é uma suposição sobre o tempo médio de pessoas sobrevivem da infecção pelo HIV até a morte, na ausência de tratamento antiretroviral (Stover et al. in press). Estudos longitudinais (Marston et al., 2007; Todd et al., 2007) indicam que, na ausência de tal tratamento, o tempo de sobrevivência mediana estimada após a infecção pelo HIV é 11 anos (UNAIDS Reference Group on Estimates, Modelling and Projections, 2006), em vez de o estimado anteriormente 9 anos (UNAIDS Reference Group on Estimates, Modelling and Projections, 2002).

Melhoria dos sistemas de vigilância e fontes de dados, juntamente com as alterações nos pressupostos, permitiram mais confiáveis estimativas epidemiológicas. Uma vez que as revisões também afectam as tendências históricas, as últimas estimativas não devem ser comparadas com as estimativas publicadas em relatórios anteriores. Quando este relatório cita as tendências epidemiológicas, as revisões das estimativas históricas são dadas.

O Secretariado da ONUSIDA e OMS continuaram a actualizar os métodos de estimativa do HIV e SIDA como novos dados científicos e investigação tornam-se disponíveis.

Versão original em Inglês:

Improving HIV estimates

HIV surveillance in designated sites ('sentinel surveillance'�) has expanded and improved considerably (especially in sub-Saharan Africa and Asia), leading to more reliable estimates of the HIV epidemic and its impact. In addition, a growing number of countries have conducted national population-based surveys that include HIV testing. Together, these data sources provide complementary information on both adult HIV prevalence and on epidemiological trends over time.

UNAIDS and WHO primarily use three tools to generate HIV estimates for countries and regions: the Estimation and Projection Package (EPP), WORKBOOK, and Spectrum. These models generate estimates of HIV prevalence over time, the number of people living with HIV, new infections, deaths due to AIDS, children orphaned by AIDS, and treatment needs. The estimates are based on data from sentinel surveillance, surveys, and special studies; the models and assumptions used in these tools are regularly updated on the basis of the latest available research.

HIV prevalence data collected in national population-based surveys, in particular in countries with generalized epidemics, have improved the reliability of national HIV estimates. These surveys are geographically more representative than sentinel surveillance, and include both men and women. Since 2001, 30 countries in the Caribbean, sub-Saharan Africa, and Asia have conducted national population-based surveys with HIV prevalence measures. In almost all of those surveys, new estimates of HIV prevalence were lower than estimates of prevalence published before the new survey data became available.

 

Such surveys have also made it possible to update and revise assumptions in the EPP and Spectrum software tools. For example, national population-based HIV surveys have found HIV prevalence to be approximately 20% lower than the prevalence among antenatal clinic attendees, in both rural and urban areas (Gouws et al., in press).

Some countries in sub-Saharan Africa have not conducted such surveys - notably Angola, Eritrea, Gambia, Guinea-Bissau, Mozambique, Namibia, Nigeria, Somalia, and Sudan.

To develop the estimates included in this report, HIV prevalence data from antenatal clinic attendees in these countries have been adjusted downward to a level of approximately 0.8 times the prevalence found in antenatal clinic surveillance. The level of adjustment varies, based on the proportion of urban to rural populations within a country.

 

New research has also led to important revisions in the assumptions used in the models developed by UNAIDS and WHO. One such revision relates to estimates of HIV incidence and AIDS mortality. Central to these is an assumption about the average time people survive from HIV infection to death in the absence of antiretroviral treatment (Stover et al. in press). Longitudinal studies (Marston et al., 2007; Todd et al., 2007) indicate that, in the absence of such treatment, the estimated net median survival time after infection with HIV is 11 years (UNAIDS Reference Group on Estimates, Modelling and Projections, 2006), instead of the previously estimated 9 years (UNAIDS Reference Group on Estimates, Modelling and Projections, 2002).

Improved surveillance systems and data sources, together with the changes in assumptions, have enabled more reliable epidemiological estimates. Since revisions also affect historical trends, latest estimates should not be compared directly with estimates published in previous reports. Where this report cites epidemiological trends, revisions to historical estimates are given.

The UNAIDS Secretariat and WHO will continue to update the HIV and AIDS estimation methods as new scientific data and research become available.

Fonte: UNAIDS. (2008: 31-32). "Report on the Global AIDS Epidemic 2008." Retrieved 13 February, 2010, from http://unaids.org.

 

Mapa dos Sítios TARV

Moçambique tem 222 sítios onde oferece o tratamento antiretroviral, em todas partes do país, incluindo as 11 províncias e os 128 distritos.

Ver esta mapa em janela separada

Sítios TARV

 

MATRAM